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Pr. Anderson José de Andrade Firmino

Pr. Anderson José de Andrade Firmino:
Família Pirata

             O Deus soberano ao criar a humanidade Ele o adjetivou como muito boa. A primeira família é o ideal e o paradigma para todas as outras. Claro antes do pecado. Quando Deus criou os seres humanos como homem e mulher, Ele os fez iguais em sua essência, mas diferentes em função, para viverem em comunhão perfeita com seu Criador. Eles viveriam num relacionamento de perfeita intimidade e complemento, um vivendo para o outro como a melhor forma de desfrutar a felicidade de realizar-se totalmente como parceiros complementares.

             Deus fez primeiro o homem, e colocou-o no jardim do Éden “para o cultivar e guardar”. Ele seria o provedor e o protetor da criação. Depois, Deus declarou não ser bom o homem estar só e disse como solucionaria aquele problema: “Far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea” (Gen. 2:18). E tendo assim planejado, executou Seu plano, criando a mulher a partir de uma costela do homem e estabelecendo a família, pois abençoou os dois e lhes disse: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a” (Gen. 1:28). Encontramos na Bíblia três afirmações referentes a cada elemento da família. São elas a forma como Deus nos revela Seu plano original para o relacionamentos entre marido e esposa, entre pais e filhos.
1. “O marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja” (Ef. 5:23).
2. A esposa é a ajudadora do seu marido (Gen. 2:18, 20b).
3. Os filhos são bênção e herança do Senhor Deus (Gen. 1:27-28; Sl 127:3).

             Essas são as características da família original, não falsificada, não adulterada, não pirateada. As famílias hodiernas olham para os seus primeiros pais com desprezo e arrogância, ostentando existir outra orientação familiar além da Bíblia. Triste engano! Não é de admirar a atual conjuntura familiar. Adultério, divórcio, egoísmo, frieza e rebeldia. Isso é o fruto de uma família pirateada. O modelo bíblico é atemporal, inerrânte e supra-cultural. Ainda que a modernidade feminista pregue o contrário, ainda que certa ala da psicologia anuncie uma liberdade anarquista. Ainda que os assim chamados de “metrosexuais” anunciem um novo paradigma. Uma família abençoada é um pai que ama sua esposa como Cristo amou sua igreja, um pai guardião e sacerdote no lar. Uma esposa submissa como a igreja deve ser ao seu cabeça, Cristo Jesus. E filhos como discípulos que se sintam amados e que amem, que se sintam respeitados e respeitem. Essa sim é uma família original.          

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