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Pr. Anderson José de Andrade Firmino

Pr. Anderson José de Andrade Firmino:
INERRÂNCIA DAS ESCRITURAS NUMA PERSPECTIVA HISTÓRICA

A Bíblia como Palavra de Deus é o único alicerce para a plena autoridade bíblica. É bem verdade  que alguns eruditos discordam da inerrância plena, como já se viu  outrora, reivindicando no seu arcabouço teológico a inspiração para algumas partes da Bíblia, assim chamadas partes de salvação, mas esta posição traz sérias implicações para seus próprios advogados, pois qual o parâmetro de definição entre um texto inspirado ou não inspirado? E mais, não  informam onde pode-se achar e como  achar.

Além disso, alguns eruditos evangélicos não somente favorecem hoje a autoridade bíblica parcial como até acreditam que era assim a crença da igreja cristã histórica. A tentativa deste ensaio será de demonstrar o caminho histórico da igreja cristã que tem sido o da autoridade bíblica total.
     
3.1. PAIS APOSTÓLICOS

A idéia de um pai na fé tem uma longa história no uso bíblico e eclesiológico. O apóstolo Paulo fala de si mesmo como um pai para igreja de Corinto (ICo. 4:15). Às vezes, os rabinos eram chamados de pais, o termo decorre também em círculos pitagóricos e cínicos, ele geralmente designa um professor que está instruído e guia discípulos para verdade religiosa e filosófica. Clemente de Roma chama os apóstolos de pais quando exorta os coríntios no final do segundo século. Irineu afirmou: “aquele que recebeu o ensino da boca de outro é chamado filho do instrutor, e este é chamado seu pai”.

O termo adquiriu sentido mais técnico a partir do quarto século, especialmente no contexto das controvérsias teológicas que povoaram o quarto e quinto séculos. Enquanto os bispos – os professores da igreja – tinham sido chamados pais, do segundo século em diante, bispos que preservavam e protegiam fielmente as decisões do Concílio de Nicéia(325d. C), Constantinopla(381) e Calcedônia (451) receberam esta designação como pessoas dignas de especial consideração por terem preservado o ensino ortodoxo durante o tempo da grande prova.

3.1.1. Atanásio (295-373) Oriente

Atuou como arcebispo e patriarca de Alexandria durante quarenta e cinco anos, até sua morte em 373. Passou aproximadamente um terço desse período em exílio forçado, por causa de sua defesa resoluta da terminologia essencial do Credo de Nicéia diante da oposição imperial, com toda razão, passou a ser chamado de o “Santo da teimosia” por causa de sua oposição resoluta a qualquer coisa que tivesse o menor sinal de arianismo, mesmo quando imperadores ameaçaram sua vida, Atanásio foi um grande defensor de Sola Scriptura.

Àquilo que eles agora alegam dos evangelhos deram certamente interpretação discordante, podemos ver facilmente, se agora consideramos a extensão daquela fé que mantemos, e usando-a como regra, apliquemo-nos como o apóstolo nos ensina, a ler a escritura inspirada. Porque os inimigos de Cristo, sendo ignorantes dessa extensão, desviaram-se do caminho da verdade.(  BEEKE, 2000, p.49 )

Toda argumentação teológica de Atanásio era derivada das Escrituras Sagradas, o que era fonte de toda refutação ao arianismo o qual negava a divindade de Cristo e da Trindade. Atanásio fazia exegese das próprias passagens e mostrava a inconsistência das interpretações arianas. E nesse contexto disse:

Agora a extensão e o caráter da Escritura, como várias vezes dissemos, são estes – ela contêm um dupla categorização do Salvador: Ele foi sempre Deus, e é seu Filho, sendo a Palavra de Deus e o Resplendor e a Sabedoria, e que, posteriormente, em nosso favor, revestiu-se da carne de virgem, Maria, a genitora humana de Deus e foi feito homem. E essa extensão deve ser encontrada em toda Escritura inspirada, como o próprio Senhor disse: “Examinai as Escrituras...são elas que de mim testificam”(Jo. 5:39). Pois certamente, as Escrituras santas e inspiradas por Deus são auto-suficientes para a pregação da verdade.(  BEEKE, 2000, p.49 )

A visão superior da autoridade das Escrituras continua nesta passagem de sua obra sobre a Encarnação da Palavra de Deus.

Amados, Cristo permite que esta seja nossa contribuição a ti, ainda que valendo-nos de um resumo rudimentar de pouca extensão, sobre a fé em Cristo e em seu divino aparecimento. Servindo-te tal oportunidade se compreenderes o fato das Escrituras, aplicando-lhes com eficácia sua mente, aprenderás por meio delas mais completa e claramente os exatos pormenores do que temos dito. Pois foram escritos por Deus, por meio de homens que falaram por ele. ( Idem )

Portanto é notório o quanto Atanásio entendia Sola Scriptura, e será a fonte de todo seu teor apologético.

3.1.2.. Agostinho (354-730) Ocidente

Aurélius Augustinus (Agostinho) nasceu em Tagaste, na África do Norte, é provavelmente o teólogo cristão mais importante depois de Paulo. Sua atitude para com a Bíblia era uma das suas posições teológicas mais importantes. Como conseqüência, é de especial importância histórica o entendimento correto de seu ponto de vista. Foi um grande advogado da inerrância bíblica a qual sustentava de forma inabalável e imediata, escreve que “nenhuma palavra e nenhuma sílaba é supérflua”. Aprendi a dar a eles (os livros canônicos) tal honra e respeito a ponto de crer com muita firmeza que nenhum destes autores errou ao escrever qualquer coisa que seja. “Às mãos dos autores das Escrituras escreviam aquilo que a cabeça ditava.”

Para Agostinho a inspiração não termina na mente, mas no registro. Para ele, são impossíveis os pensamentos revelados sem palavras, e as palavras sem pensamentos revelados, são inúteis, umas são os meios e os outros são o fim, mas nenhum é indispensável. Agostinho juntou palavras inerrantes e pensamentos inerrantes e advogava que nenhuma palavra ou sílaba é supérflua. Segundo Agostinho ( 2000 apud WHITE,p.44 )

Que mais eu vos ensino além do que leio no apóstolo? Pois a Escritura Sagrada fixa a regra para a nossa doutrina, a menos que ousemos ser mais sábios do que devemos...Portanto, não devo ensinar-vos qualquer outra coisa, a não ser expor-vos as palavras do mestre. 
Não ouçamos: isto eu digo, isto vós dizeis, mas assim diz o Senhor. Certamente são os livros do Senhor em cuja autoridade ambos  concordam  e  nos  quais  ambos  crêem... 

Como vemos, o grande bispo e mestre da igreja universal fica em pé como grande ensinador da inerrância das Sagradas Escrituras.

3.2 REFORMA PROTESTANTE

O nome e o sentido dado à Reforma são condicionados pela visão do historiador. O historiador católico-romano entende-a apenas como uma revolta protestante contra a igreja universal. O historiador protestante considera-a como uma reforma que fez a vida religiosa voltar aos padrões do Novo Testamento. A história  secular interpreta-a como um movimento revolucionário.
Os reformadores e muitos outros, que os precederam, procuraram malogradamente reformar a igreja Católica Romana medieval a partir de dentro, mas foram forçados a deixar a velha organização por causa de suas idéias renovadoras.

O bem conhecido termo Reforma Protestante foi consagrado pelo tempo, porque a Reforma procurava voltar à pureza original do Cristianismo religioso de 1517 à 1545. Os reformadores estavam interessados em desenvolver uma teologia que estivesse em completa concordância com o Novo Testamento, eles criam que isto seria possível a partir do instante que a Bíblia se tornasse à autoridade final da igreja, que tinha como premissa Sola Scriptura; Sola Fide; Sola Gratia; Soli deo gloria e Sola Christo, porém à abordagem será apenas na argumentação de Sola Scriptura como evidente em toda ortodoxia histórica, desde  seus primórdios até os dias hodiernos.

Na maioria dos casos, a Reforma se restringiu à Europa Ocidental e aos povos teutônicos de classe média. A igreja Oriental e os povos latinos do velho império romano não aceitaram a Reforma, nestas religiões os ideais medievais de unidade e uniformidade permaneceram, mas no Norte e no Ocidente da Europa os povos teutônicos os trocaram pela diversidade do protestantismo. Sabe-se do grande volume de informações que poderiam ser somados nesta pesquisa, grandes reformadores como Martinho Lutero, João Calvino, Ulrich Zuínglio, Menno Sinos, John Knox e outros. No entanto,  deter-nos-emos em apenas dois que prestaram uma grande contribuição para a doutrina da inerrância bíblica.

3.2.1. Ulrich Zuínglio

Zuínglio era suíço, nasceu em primeiro de janeiro de 1484. Era capelão do exército, desenvolveu as funções de pastor e político. Defendeu brilhantemente a autoridade e a supremacia da Bíblia em contraste com a tradição humana.

Zuínglio era de formação humanista e inclinado ao racionalismo, o que levou  alguns estudiosos modernos à especulação de que ele fosse o precursor da teologia liberal moderna. Paul Tilich relacionou a teologia de Zuínglio com o ideal burguês da saúde: “se você está psicologicamente saudável, então você pode ter fé, e vice-versa”. No entanto, o esboço teológico de Zuínglio dividia-se em cinco tópicos básicos de seu pensamento:
a) O criador em vez das criaturas.
b) A providência em vez do acaso.
c) As Escrituras Sagradas em vez da religiosidade cerimonial.
d) O reino externo em vez da moralidade particularista.
e) A religião verdadeira em vez da religiosidade cerimonial.

Por razões temáticas será explanado  de forma sucinta o terceiro tópico. A Bíblia teve seu lugar no centro da reforma zuingliana. Num sermão sobre clareza e a certeza da Palavra de Deus, em 1522, eles relembraram essa importante mudança em sua peregrinação teológica. Segundo Zuinglio apud GEORGE (1994, p.126).

Quando mais jovem, dediquei-me demais ao ensinamento humano, como outros de minha época, e quando a sete ou oito anos passei a dedicar-me inteiramente às Escrituras, era sempre impedido de fazê-lo pela filosofia e pela teologia, finalmente, porém, cheguei ao ponto em que guiado pela palavra e pelo Espírito de Deus vi a necessidade de colocar de lado todas essas coisas e aprender a doutrina de Deus diretamente de sua própria Palavra, então comecei a pedir a luz a Deus, e as Escrituras tornaram-se muito claras para mim.

Zuínglio argumentava que o reconhecimento da Bíblia como Palavra de Deus só poderia ser obtido pelo próprio Deus. O mesmo Espírito que inspirou os profetas e apóstolos a escreverem. A Bíblia deve estar presente para confirmar e nos persuadir de sua verdade. Em outras palavras, as Escrituras são auto-legitimadoras. Zuínglio, em uma palestra na catedral de Zurique, sobre exegese e interpretação das Escrituras, abre a solenidade com esta oração: Segundo Zuínglio apud GEORGE (1994,  p.129).

Deus Todo-Poderoso, eterno e misericordioso, cuja Palavra é lâmpada para nossos pés e luz para nosso caminho, abre e ilumina nossas mentes para que possamos entender tua Palavra pura e perfeitamente e para que nossas vidas possam estar de acordo com aquilo que tivermos entendido corretamente, que em nada desagrademos à majestade, por Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.

3.2.2 João Calvino

Nasceu em Noyom, em Picardy, ao Norte da França. Calvino foi o homem que sistematizou a doutrina bíblica de modo insuperável até hoje. É chamado de: ”o reformador de Genebra e o exegeta da Reforma”. Seus escritos são marcados de uma profundidade “bíblico-teológica” e cheios de piedade, as famosas. “As institutas ou tratado da religião Cristã”
Calvino se manifesta como grande advogado da autoridade da Bíblia e sua perspectiva inerrante, dedica cinco capítulos a bibliologia. E diz :

Quão peculiar, porém é a Escritura este poder, transparece claramente disto, que dos escritos humanos, por maior a arte como é burilado, nenhum que negue consegue nos impressionar de tal modo. Dê a Demóstenes ou a Cícero, lê Platão, a Aristóteles ou quaisquer outros desse plantel: em admirável grau, reconheço[o], atrair-te-ão, deleitar[-te] – ão, comover-[te] – ao, arrebatar[te]-ão. Contudo se a esta sagrada leitura daí te transportas, queiras ou não, tão vivamente te aferrará, a tal medula, que ante a força deste sentir, quase se desvanece aquela impressividade dos retóricos a filosóficos, de sorte que é fácil perceber que as Sagradas Escrituras, que em tão ampla escala superam a todos os dotes e graças da humana indústria, respiram um quê de divino. (CALVINO, 2000, p. 96)

3.3 CONFISSÕES REFORMADAS

As confissões de fé são inevitáveis. As Escrituras não foram escritas de modo temático ou sistemático. As verdades divinas foram registradas, não por assunto, mas foram sendo progressivamente reveladas, elas tratam dos mais diversos temas teológicos e práticos, no seu contexto histórico e de acordo com as necessidades.

Nos quatro primeiros séculos, foram definidas especialmente questões teológicas como: trindade, cristologia. Posteriormente, no quinto século, as doutrinas antropológicas do pecado e da graça de Deus foram discutidas (especialmente por Agostinho e Pelágio) e definidas. A soteriologia só foi estudada durante a Reforma Protestante do século XVI. A eclesiologia foi mais debatida nos séculos XVII e XVIII. E assim por diante. Os credos e confissões têm servido, portanto, ao propósito de registrar para a posteridade o processo da compreensão bíblica e das formulações teológicas no discurso dos séculos, no entanto, as confissões só terão relevância se estiverem em conformidade com as Escrituras Sagradas. 

Confissão Gaulesa – Exerceu grande influência doutrinária sobre outras confissões reformadas. Ela foi escrita por Calvino (1509-1564) e seu discípulos Antoine de la Roche Chandier (1534-1591). Congregou representantes de mais de 60 igrejas, das que existiam na França. “Estas Santas Escrituras estão compreendidas nos livros canônicos do Velho e Novo Testamentos como segue" (Enumera os 66 livros canônicos).

Confissão Belga – se inspirou na confissão gaulesa, foi escrita por Guido de Bres, com ajuda de M. Modenus, Adrian de Saraiva – um dos primeiros protestantes a advogar as missões estrangeiras. A confissão Belga e o Catecismo de Heidelberg são símbolos da fé das igrejas reformadas na Holanda e Bélgica, sendo também padrão doutrinário da igreja reformada na América, “Nós cremos que as Santas Escrituras estão contidas em dois livros, a saber, O Velho e o Novo Testamento, que soa canônicos contra os quais nada pode se alegado” (Enumeram os 66 livros canônicos).

A segunda Confissão Helvética (1562-1566) – foi elaborada, primeiramente em latim, pelo sucessor de Zuínglio, Hery Bullinger, foi traduzida para o Árabe, e no ano seguinte foi adotada na Escócia (1566), na Hungria (1567), (na França 91571) e Polônia (1578). “Cremos e confessamos que as Escrituras Canônicas dos santos profetas e apóstolos de ambos os Testamentos são a verdadeira Palavra de Deus, e tem suficiente autoridade de si mesma e não dos homens...”.

Confissão de Westminster (1643-1646) – foram realizadas 1163 sessões regulares, sem contar as inúmeras reuniões de comissões e subcomissões. Trabalharam 121 teólogos e trinta leigos nomeados pelo Parlamento. Havia quatro partidos na Assembléia, a saber: Episcopais, Presbiterianos; Independentes (congregacionais) ”sobre o nome da Sagrada Escritura, ou Palavra de Deus escrita, incluem-se agora todos os livros do Velho e Novo Testamentos todos por inspiração divina para serem a regra de fé e prática, os quais são: (Enumeram os 66 livros canônicos) seção II.

3.4 TEOLOGIA AMERICANA

    Antes de chegarmos a posição de inerrância da antiga Princeton, pode-se notar que Princeton não tinha o monopólio deste ponto de vista. A inerrância era essencialmente a posição americana antes, bem como depois da antiga Princeton.     Apesar de todo bombardeio da modernidade trazendo o iluminismo e o racionalismo, com os seus maiores expoentes norte-americanos, o presidente da Obelim College do estado de Ohio, H. Richard Niebru, da Escola de Teologia de Yale e outros que tinham como objetivo primário reconstruir um novo tipo de teologia e pensamento tradicional cristão à luz da cultura, filosofia e ciência modernas, e segundo a necessidade de descobrir a verdadeira essência do Cristianismo, destituído dos dogmas tradicionais que não eram mais relevantes, nem possíveis de serem cridos à luz do pensamento moderno. A reação foi imediata, surgia uma fusão de teólogos, pastores e cristãos leigos e cultos para criar uma batalha teológica, e esse tradicionalismo ortodoxo se tornaria conhecido como “fundamentalismo”, onde acusaram a teologia liberal de ser uma religião diferente do Cristianismo, de ser unitarismo disfarçado mais racionalista e humanista. Um dos maiores teólogos da reação fundamentalista foi J. Gresham Machem (1881-1937) o norte-americano é aluno de B. B. Warfield no seminário de Princeton.

Não podemos falar de teologia americana sem falar do maior teólogo e filósofo Jonathn Edwards, devido a sua grande contribuição teológica Robert W. Jenson, chama-o de “teólogo dos Estados Unidos”. John E. Smith, chama de “indubitavelmente o maior teólogo do puritanismo norte americano até os tempos de Charles Peirce”. Esse teólogo Congregacional nascido em 1703, no estado de Connecticut contribuiu magnamente à doutrina da inerrância bíblica.

Edwards advoga que a inerrância era uma evidência tanto externa como interna, e abordava a Bíblia no contexto da necessidade humana, dialogando da seguinte maneira: primeiro, fica evidente que todos os homens ofenderam a Deus; segundo, tem certeza, pela providência, que Deus está bem disposto a ser reconciliado sem está disposto a revelar condições; quarto, se está disposto, deve ter revelado as condições; quinto, se a Bíblia não tem essa revelação, esta revelação não existe.

As Escrituras são evidências a sua própria autoridade divina, assim como um ser humano fica evidente pelos seus movimentos comportamentais e fala de um corpo de forma e contextura humanas, ou pelo fato de este corpo ser animado por uma mente racional. Pois não conhecemos outro modo, senão pela consistência com tudo, de reconhecer o que supomos ser uma mente racional...Do mesmo modo há naquela maravilhosa harmonia universal, e consentimento e acordo no alvo e nas diretrizes tal qual a aparência universal de um designo maravilhoso e glorioso, tais marcas em todos os lugares da sabedoria, majestade e santidade, exaltadas e divinas, na matéria, maneira contextura e finalidade, que a evidência é a mesma que as Escrituras são a palavra e a obra de uma mente divina; para alguém que as conhece completamente, é assim como as palavras e ações de um homem de entendimento indicam uma mente racional, para alguém que por longo tempo tem tido com ele conhecimento familiar. ( EDWARDS APUD GERSTNER 1989,PG 53)

Jonathan Edwards também defende com base nos milagres usados dentre tantos os judeus. A Nação judaíca tem sido desde seus primórdios, uma evidência palpável maravilhosa da veracidade de religião revelada. Era notório a inerrância bíblica nos seus sermões, “tudo quanto a Escritura nos diz certamente é verdadeiro”. Acrescenta: "ali, ouve-se Cristo falando“.

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